sexta-feira, 27 de maio de 2011



Caminhada – Conhecendo a Arquitetura de Belo Horizonte


Primeira Parada : Viaduto Santa Tereza




Características Históricas e Arquitetônicas do Viatudo Santa Tereza

 Projetado por: Emílio Henrique Baumgart, engenheiro brasileiro de origem germânica, construído em 1929 foi uma obra de grande magnitude, na época em que  houveram  divergências de opiniões, perante a obra por preocupações de seus êxitos futuros.
 Visualiza-se suas características arquitetônicas, em seus arcos parabólicos, o mesmo consumiu 700 metros cúbicos de concreto, também é importante ressaltar que se dispõe de obra modernista da arquitetura da capital mineira com performance/intervenção urbana.


Segunda Parada: Complexo da Estação Ferroviária




Estátua do "Peladão"





Praça Rui Barbosa

Estátuas da Praça Rui Barbosa

                          A  Praça Rui Barbosa conhecida como Praça da Estação é constituida por três conjuntos de estátuas, nos quais o primeiro está representando as quatro estações, o segundo dois leões e dois tigres e o terceiro Ninfas situadas sobre uma fonte. Essas esculturas trazem a praça um visual alegre e descontraido.
             Estão dentro do acervo arquitetônico da Praça Rui Barbosa a Serraria Souza Pinto, os Viadutos de Santa Teresa e da Floresta e o MAO.

Terceira Parada:  Igreja São José 


Localização do Símbolo de Escorpião




Encontra se entre os signos de Libra e Sagitário , logo está do lado direito da igreja , ou seja, ao lado de quem entra pela lateral direita da igreja.

Quarta Parada:  Prédio da Prefeitura



Características Arquitetônicas  do Prédio da Prefeitura

Projetado pelo arquiteto e professor italiano Raffaello Berti , foi inaugurado em  1936.

Na arquitetura do mesmo, estabeleceu art decó, um estilo decorativo de origem francesa e foi trazida para a cidade por arquitetos italianos, se assegura nas artes plásticas, que instituem o design, do prédio.


Quinta Parada:  Igreja da Boa Viagem 



Lavabo - Igreja da Boa Viagem

Parada Final: Feira Tom Jobim



                                    Sr (a). Elma - Feira Tom Jobim


Aprendendo com a Sr(a) Elma 


Entrevistada  dia   07/05/11 ás  13:04


 1-    A quanto tempo existe esta feira?  E quanto tempo você participa?

Desde quando era o governo de Maúricio Campos (prefeito) que  criou a feira, Participo desde a criação da feira.

2-Porque você escolheu castiçais para vender?

Por causa dos colecionadores que se interessam, eles são muitos; brasileiros e estrangeiros

3-Qual a importância de realizar esta feirinha neste local?

Culturalmnte e financeiramente para os expositores é de grande importância.

4- Qual foi o motivo de se criar esta feira?

     No  Brasil todos tinham feira de antiguidades, e na época como Belo Horizonte        ainda não tinha uma feira cultural e por isso esta feira foi criada.


Parada Livre: Secretaria da Educação


Características Arquitetônicas :

A arquitetura utilizada na elaboração deste prédio foi inspirada da organização de ideias tentando expressar símbolos, assim dispondo-se de colunas e seus capitéis de signos: no primeiro mostra através do cúbico a intelectualidade, a razão e lógica, no segundo utiliza de pavimentos denominados jônicos, ou seja, com ondulações para representar o lado feminino, e também há uma cúpula no prédio que significa a universalidade da educação, tudo isso mostra uma forte presença do ecletismo.







domingo, 17 de abril de 2011




"O Dragão" da Cia Amok Teatro


 Local do evento: Funarte-MG - Rua Januária, 68 – Floresta
Visita no dia: 12/04/2011


Descrição do Evento

  O Teatro Cia Amok, com o ilustre espetáculo "O Dragão", mostrar de forma bem comunicativa, utilizando de poemas, um teatro com musica da época ao vivo, buscando relatar aos seus telespectadores de forma criativa e bem explicativa o período de guerra marcada por conflitos entre israelenses e palestinos, utilizando de depoimentos reais bem marcantes sobre fatos resultantes do período alarmante dessa guerra, também é bom ressaltar que utilizam de conferências de Nurit Peled Elhanan e poemas de Mahmoud Darwich e Imad Saleh.Utilizando de uma boa forma de expressão facial, corporal e uma excelente lábia para transmitir como era terrível e crítica a vida nos campos de batalha naquela época.Tal teatro ainda passa um drama real vivenciado pelas pessoas que sentiram na pele a perda , a dor e todo o sofrer de perder tudo ou perder o que consideravam como tudo para elas.Utilizam de quatro personagem , sendo dois israelenses  dois palestinos que so pelo olhar já passam uma realidade trágica.




Comentário Crítico

   Através deste teatro pode-se refletir a respeito de guerras e até onde elas levam, que circunstâncias e efeitos elas causam na sociedade, em nossas vidas e já causaram na vida de muitas e muitas pessoas no decorrer dos anos, décadas.


  Como o próprio teatro relata a guerra entre palestinos ocasionou mortes, dor de familiares dos mortos, sentimento de tristeza, angustia, de um lado uma dor, do outro perdas, a esperança das pessoas abalada em meio tantas destruições, disputas que não levam a nada a não ser ao fim de uma vida, um lado que talvez e oculto por parte da mídia e que é deixado passar sem reflexão, mostrando assim distante da realidade que vivemos, o que é por sinal totalmente o contrário. Esse teatro veio como uma forma de questionamento sobre tudo o que ocorre, questionamento de uma realidade infelizmente crítica de muitos lugares que passa ou passaram, ou ainda podem vir a sofrer por o mesmo fato.Muitas violências são revidadas e como se diz toda ação tem uma reação, se utilizarmos de nossa liberdade para o lado de violências, a oposição irá para o mesmo lado e se não houver um pensamento diferente que vise amenizar e apaziguar tais fatos infelizmente reais, não haverá daqui a algum tempo mais pessoas nem propostas de mudança só historias com finais trágicos.



segunda-feira, 28 de março de 2011

Teatro : O Negro, a flor e o rosário



Local do evento: 
Centro Cultural  Padre Eustaquio, Belo Horizonte-Minas Gerais
Visita no dia:12/03/11
Descrição do Evento


 Teatro
O Negro, a flor e o rosário

Com Maurício Tizumba e a Trupe Negra.  Direção: Paula Manata.
O musical O Negro, a Flor e o Rosário leva aos palcos contos e personagens da cultura afro-brasileira. Divertido e bem-humorado, o espetáculo tem como eixo temático a mistura de costumes advinda da travessia de negros para o Brasil.


Comentário Crítico
Candomblé e Orixás
Através do teatro de Maúricio Tizumba, pode se perceber através de formas bem criativas, diversas e animadas sobre a cultura afro-brasileira e identificarmos com algumas passagens do nosso dia a dia, como por exemplo o candomblé um movimento religioso , que veio para o Brasil ainda no período denominado como escravidão , sua origem é africana, pelo teatro aprendemos um pouco sobre os orixás que estão dentro do candomblé e ainda são consagrados como supremos para o mesmo.Orixás são divindades da natureza e não espíritos, no candomblé ainda denominam o local aonde acontecem seus rituais de terreiro, o celebrante ou conduzinte dos rituais e chamado de pai de santo ou mãe de santo, os rituais acontecem com o tocar de tambores que  animam os rituais e inicam o momento em que cada filho incorpora ou invoca o seu orixá, cada orixá possui habilidades e personalidades diferenciadas um dos outros, acontecem danças nos rituais.Os orixás sãoconhecidos como: Nanã, Omolú, Oxumaré, Oxalá, Exú, Ogum, Oxóssi, Yemonjá, Iansã, Oxum, Obá, Ewá, Xangô, Logun Edé, Ossaim, Ibeji, Iroko.
E um tipo de cultura que muitas vezes não e levada a serio muitas pessoas ainda acham desnecessário aprender sobre os descendentes e de plena importância estarmos cientes de nossas descendências e se os costumes que os envolve a exposição foi interessante e importante para mostrar que apesar de tudo muitas pessoas as preservam e tentam passar para um publico através da arte envolvendo a dança musica etc.
 

domingo, 27 de fevereiro de 2011


29ª Bienal de São Paulo



Local do evento: Palácio das Artes, Belo Horizonte-Minas Gerais
Visita no dia: 24/02/2011
Descrição do Evento

      A 29ª Bienal de São Paulo, está sendo presenciada em Belo Horizonte, através de suas obras selecionadas, visando como tema, "Há sempre um copo de mar para um  homem  navegar", tal tema que tem sua origem do poeta Jorge de Lima, que também foi sintetizado de sua grande obra Invenção de Orfeu. Esta exposição  tem uma visão muito mais ampla buscando mostrar que existe uma certa ligação da arte com a política e a separação delas não seria possivél.
     A exposição vem sendo enriquecida de diversas obras de autores diferentes tais como: Alberto da Veiga Aguiar Guignard, Artur Barrio, Sarra Ramos, José Leonilson etc .. 
     A Bienal usou de dois espaços para expressar suas obras artíticas que são eles: Palácio das artes e o  Centro de Artecontemporânea e Fotografia da Fundação Clóvis Salgado.

Comentário Crítico

                       Uma realidade em expressar a arte
      A arte é relativa para os olhos de quem vê. Cada um pode ver de uma forma,  traduzi–lá, interpreta–lá. Quando fomos a Bienal vimos que a arte  a política são indissociáveis, não se separam, se caso isso ocorresse ficaria sem uma história e sem uma forma, talvez seria difícil de tentar demonstrar as monstruosidades do meio em que vivemos e tentar relacionar a nossa realidade de agora com  uma realidade do passado. Podemos perceber que muitas vezes o artista tem uma dificuldade de liberdade de expressão  por causa da censura, pois ela tenta nos  esconder a realidade e faz com que as pessoas não abram os olhos para o óbvio  .
     Tudo envolve o desejo, a manipulação, a vontade própria, o individualismo daqueles que possuem muito e fazem de tudo pra não perder, como grandes líderes políticos, magnatas capitalistas, entre outros.
     Há obras que buscam expressões rígidas, pois o artista se preocupa com as regras e em seguir um padrão que não afete ideologias de toda uma sociedade. Mas há também obras que não se preocupam com essa ideologia e ousam na sua representação.
     A arte é usada como forma de expressão ou protesto , jogar para fora um sentimento guardado, talvez da pressão da sociedade. Quando conseguimos entender uma obra nosso raciocínio nos permite assimilar um conhecimento que já adquirimos para outro que iremos alcançar e assim desenvolveremos nossos sentimentos para interpretar uma obra, é como se pudéssemos adquirir mais conhecimento através da obra.